Ansiedade, bloqueios emocionais e padrões que se repetem têm origem — e têm solução. A psicanálise é o espaço seguro para você se entender e recomeçar.
Se uma dessas emoções mora dentro de você, saiba: isso não define quem você é. Com o suporte certo, você pode se libertar desse peso e reencontrar a mulher forte e livre que sempre foi.
Se hoje você se sente assim
Mas deseja sentir-se assim
Esses padrões não surgiram agora.
Eles foram construídos ao longo da sua história.
E enquanto não forem compreendidos…
Tendem a se repetir — nos mesmos tipos de relacionamento, nas mesmas dores e frustrações.
Em apenas 4 passos simples, você dará inicio à uma nova etapa da sua vida.
Agende sua primeira sessão sem custos para conhecer todo o processo
Criamos um protocolo específico para tratar das suas queixas
Definimos a quantidade de sessões por semana e/ou por mês
Iniciamos sua jornada, onde você irá se descobrir e se libertar
Mãe de Mateus e Sofia, Rachel Schettino, 49 anos, é psicanalista clínica com uma trajetória marcada pelo cuidado, escuta e transformação de vidas.
Com mais de 20 anos de experiência atuando com mulheres em situação de vulnerabilidade psicossocial, construiu sua prática a partir do compromisso genuíno com o desenvolvimento humano e emocional.
Possui experiência de vida no exterior, o que amplia seu olhar clínico para os desafios emocionais ligados à mudança de país.
Atua oferecendo suporte a brasileiros que vivem fora, auxiliando no processo de adaptação cultural, sentimentos de pertencimento, saudade, identidade e nas transformações profundas que acompanham uma nova fase de vida.
Seu trabalho é especialmente voltado para o fortalecimento feminino, auxiliando mulheres a se tornarem protagonistas de suas próprias vidas, desenvolverem autoestima, autonomia emocional e reconhecerem seu valor.
Com uma escuta sensível, ética e sem julgamentos, Rachel conduz seus atendimentos respeitando a singularidade de cada paciente, favorecendo processos profundos de transformação e crescimento pessoal.
Mãe de Mateus e Sofia, Rachel Schettino, 49 anos, é psicanalista clínica com uma trajetória marcada pelo cuidado, escuta e transformação de vidas.
Com mais de 20 anos de experiência atuando com mulheres em situação de vulnerabilidade psicossocial, construiu sua prática a partir do compromisso genuíno com o desenvolvimento humano e emocional.
Seu trabalho é especialmente voltado para o fortalecimento feminino, auxiliando mulheres a se tornarem protagonistas de suas próprias vidas, desenvolverem autoestima, autonomia emocional e reconhecerem seu valor.
Com uma escuta sensível, ética e sem julgamentos, Rachel conduz seus atendimentos respeitando a singularidade de cada paciente, favorecendo processos profundos de transformação e crescimento pessoal.
O apego por pessoas indisponíveis raramente é coincidência. Na maioria das vezes, repete um padrão aprendido na infância — quando o amor que você precisava também era inconstante, condicional ou distante. Inconscientemente, você aprendeu que amar é esperar, perseguir, ou se provar suficiente.
Na psicanálise, exploramos de onde vem essa escolha: o que ela satisfaz simbolicamente, o que você busca nessa dinâmica e como construir vínculos baseados em presença real — não em promessas ou potencial.
A culpa crônica é um dos sinais mais claros de que algo precisa ser olhado no inconsciente. Muitas mulheres cresceram em ambientes onde eram responsabilizadas pelas emoções alheias — e incorporaram essa responsabilidade como parte de quem são.
Na psicanálise, entendemos de onde vem esse peso, quem o colocou ali e por quê você ainda o carrega. Não se trata de absolver ou culpar — mas de compreender para se libertar de uma culpa que nunca foi sua.
Sair de um relacionamento que machuca não é apenas uma questão de força de vontade. O que nos prende vai além da razão: há um desejo inconsciente em jogo que encontra naquela relação algo familiar, mesmo que doloroso.
Freud chamou isso de compulsão à repetição — tendemos a reviver conflitos não resolvidos buscando, inconscientemente, um final diferente. Na psicanálise, esse ciclo é compreendido em profundidade, e só então torna-se possível quebrá-lo de forma genuína — não por força, mas por compreensão.
Dificuldade em colocar limites geralmente está ligada ao medo do abandono ou da rejeição — e esse medo tem raízes antigas. Quando ainda criança, pode ter aprendido que dizer “não” custava afeto, aprovação ou segurança.
Na psicanálise, trabalhamos para entender o que está por trás dessa dificuldade: quais são as crenças que você formou sobre si mesma e sobre o que merece. A partir daí, limites deixam de ser uma técnica a aplicar e passam a ser uma expressão natural de quem você é.
Sentir-se vazia quando “tudo está bem” é um sinal de que há uma desconexão entre a vida que você construiu e o que de fato faz sentido para você. Muitas vezes, vivemos por expectativas externas — do que devemos ser, ter ou sentir — e perdemos o contato com nossos próprios desejos.
Na psicanálise, esse vazio não é tratado como sintoma a eliminar, mas como um ponto de partida. Ele aponta para perguntas importantes: quem sou eu além dos papéis que desempenho? O que eu realmente desejo? Esse processo pode ser o início de uma vida vivida de forma mais autêntica.