Rachel Schettino Psicanalista na Barra da Tijuca e Jd Oceânico

Psicanalista no Rio de Janeiro

Você não precisa continuar vivendo no modo sobrevivência.

Ansiedade, bloqueios emocionais e padrões que se repetem têm origem — e têm solução. A psicanálise é o espaço seguro para você se entender e recomeçar.

ANSIEDADE
DEPRESSÃO
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SÍNDROMES
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VOCÊ JÁ SE SENTIU ASSIM ALGUMA VEZ?

Se uma dessas emoções mora dentro de você, saiba: isso não define quem você é. Com o suporte certo, você pode se libertar desse peso e reencontrar a mulher forte e livre que sempre foi.

Milhares de mulheres já mudaram.
Você pode ser a proxíma!

Se hoje você se sente assim

Rachel Schettino Psicanalista na Barra da Tijuca e Jd Oceânico

Mas deseja sentir-se assim

como quer ser

Isso não é fraqueza emocional

Esses padrões não surgiram agora.

Eles foram construídos ao longo da sua história.

E enquanto não forem compreendidos…

Tendem a se repetir — nos mesmos tipos de relacionamento, nas mesmas dores e frustrações.

COMO A PSICANÁLISE PODE TE AJUDAR

Em apenas 4 passos simples, você dará inicio à uma nova etapa da sua vida.

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Rachel Schettino

Psicanalista Clínica

Mãe de Mateus e Sofia, Rachel Schettino, 49 anos, é psicanalista clínica com uma trajetória marcada pelo cuidado, escuta e transformação de vidas.

Com mais de 20 anos de experiência atuando com mulheres em situação de vulnerabilidade psicossocial, construiu sua prática a partir do compromisso genuíno com o desenvolvimento humano e emocional.

Possui experiência de vida no exterior, o que amplia seu olhar clínico para os desafios emocionais ligados à mudança de país.

Atua oferecendo suporte a brasileiros que vivem fora, auxiliando no processo de adaptação cultural, sentimentos de pertencimento, saudade, identidade e nas transformações profundas que acompanham uma nova fase de vida.

Seu trabalho é especialmente voltado para o fortalecimento feminino, auxiliando mulheres a se tornarem protagonistas de suas próprias vidas, desenvolverem autoestima, autonomia emocional e reconhecerem seu valor.

Com uma escuta sensível, ética e sem julgamentos, Rachel conduz seus atendimentos respeitando a singularidade de cada paciente, favorecendo processos profundos de transformação e crescimento pessoal.

Mãe de Mateus e Sofia, Rachel Schettino, 49 anos, é psicanalista clínica com uma trajetória marcada pelo cuidado, escuta e transformação de vidas.

Com mais de 20 anos de experiência atuando com mulheres em situação de vulnerabilidade psicossocial, construiu sua prática a partir do compromisso genuíno com o desenvolvimento humano e emocional.

Seu trabalho é especialmente voltado para o fortalecimento feminino, auxiliando mulheres a se tornarem protagonistas de suas próprias vidas, desenvolverem autoestima, autonomia emocional e reconhecerem seu valor.

Com uma escuta sensível, ética e sem julgamentos, Rachel conduz seus atendimentos respeitando a singularidade de cada paciente, favorecendo processos profundos de transformação e crescimento pessoal.

Felicidade
Leveza
Autoestima
Harmonia
Alegria Generosidade
Bondade
Paz
Reconhecimento
Liberdade
Autosuficiente
Protagonista

Algumas perguntas

Por que eu sempre me apego a pessoas que nào estão disponíveis pra mim?

O apego por pessoas indisponíveis raramente é coincidência. Na maioria das vezes, repete um padrão aprendido na infância — quando o amor que você precisava também era inconstante, condicional ou distante. Inconscientemente, você aprendeu que amar é esperar, perseguir, ou se provar suficiente.

Na psicanálise, exploramos de onde vem essa escolha: o que ela satisfaz simbolicamente, o que você busca nessa dinâmica e como construir vínculos baseados em presença real — não em promessas ou potencial.

A culpa crônica é um dos sinais mais claros de que algo precisa ser olhado no inconsciente. Muitas mulheres cresceram em ambientes onde eram responsabilizadas pelas emoções alheias — e incorporaram essa responsabilidade como parte de quem são.

Na psicanálise, entendemos de onde vem esse peso, quem o colocou ali e por quê você ainda o carrega. Não se trata de absolver ou culpar — mas de compreender para se libertar de uma culpa que nunca foi sua.

Sair de um relacionamento que machuca não é apenas uma questão de força de vontade. O que nos prende vai além da razão: há um desejo inconsciente em jogo que encontra naquela relação algo familiar, mesmo que doloroso.

Freud chamou isso de compulsão à repetição — tendemos a reviver conflitos não resolvidos buscando, inconscientemente, um final diferente. Na psicanálise, esse ciclo é compreendido em profundidade, e só então torna-se possível quebrá-lo de forma genuína — não por força, mas por compreensão.

Dificuldade em colocar limites geralmente está ligada ao medo do abandono ou da rejeição — e esse medo tem raízes antigas. Quando ainda criança, pode ter aprendido que dizer “não” custava afeto, aprovação ou segurança.

Na psicanálise, trabalhamos para entender o que está por trás dessa dificuldade: quais são as crenças que você formou sobre si mesma e sobre o que merece. A partir daí, limites deixam de ser uma técnica a aplicar e passam a ser uma expressão natural de quem você é.

Sentir-se vazia quando “tudo está bem” é um sinal de que há uma desconexão entre a vida que você construiu e o que de fato faz sentido para você. Muitas vezes, vivemos por expectativas externas — do que devemos ser, ter ou sentir — e perdemos o contato com nossos próprios desejos.

Na psicanálise, esse vazio não é tratado como sintoma a eliminar, mas como um ponto de partida. Ele aponta para perguntas importantes: quem sou eu além dos papéis que desempenho? O que eu realmente desejo? Esse processo pode ser o início de uma vida vivida de forma mais autêntica.

Rachel Schettino Psicanalista na Barra da Tijuca e Jd Oceânico

rachel_schettino@yahoo.com

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